A Cena Independente

Amsterdam lança seu primeiro CD

1766 conta histórias de cada um de nós em suas músicas

foto de divulgação

1766 conta histórias de cada um de nós em suas músicas

A banda Amsterdam nasceu da vontade de seis jovens de fazer música de uma maneira verdadeira e diferente. Contando histórias dos próprios integrantes e de pessoas conhecidas, o grupo consegue atingir cada vez mais o público com suas letras e vai ganhando espaço na cena independente. Temas atuais como ansiedade e depressão são abordados em muitas canções e tem uma boa aceitação do público. 1766 é o nome do primeiro disco dessa promissora banda.

Saiba mais sobre ela com as respostas do vocalista, Rafael Reis:
 Como e onde surgiu a ideia de formação da banda?
Eu e o Mateus (baixista) tínhamos uma banda que tinha um som em inglês. Sentíamos que enfrentávamos muitas barreiras devido ao fato do inglês, digo, aceitação do público, então resolvemos mudar. Queríamos algo novo, que acima de tudo representasse união e amizade, por isso chamamos o Guga (batera), Adison (guitarra) e o Caio (sintetizador) para fazer parte daquilo. Eram nossos amigos pessoais, ja tivemos bandas antes com eles, então seríamos realmente uma família.

Quantos são os integrantes e suas funções?
Somos seis. Rafael Reis (Vocal) / Mateus Muniz (Baixo e backing vocal) / Adison Filho (Guitarra) / Fernando Fully (Guitarra) / Guga Peçanha (Bateria) e Caio Firmo (sintetizador).

 O nome Amsterdan…qual significado?
Nossa ideia sempre foi ser uma banda diferente do que costumávamos ver na cena, seja sonoramente, ou com um jeito diferente, algo que nos destacasse. O Mateus tava vendo um documentário nessa época, contando a história de Amsterdam. Ele achou incrível, devido a cidade ser meio “peculiar”, ter leis diferentes, costumes diferentes, e jogou a ideia pra gente, e bom…todos gostamos né hahahaha. A gente trocou a última letra pra diferenciar um pouco.

As letras procuram passar uma mensagem ao público?
Nossas letras contam histórias, nossas e de pessoas próximas a nós. Sempre digo nos shows que gostaríamos de todas as noites contar histórias de alguem da platéia, e parece que conseguimos. Tudo tem seu significado, falamos muito sobre fases da vida, altos e baixos, principalmente sobre ansiedade, depressão. A galera tem se identificado. Nosso primeiro CD, chamado 1766, sai agora e você poderá ver isso em cada música.

Ao observar o trabalho de vocês, percebe-se um cuidado com as midias socias. Como cuidam dessa parte?
Fico feliz que sentiram isso hahahaha. Então, a gente gosta de dizer que somos realmente independentes porque nós fazemos tudo: gravação, clipe, somos nossos próprios produtores, então a gente não para e nunca se acomoda. Os responsáveis pelas redes sou eu e Mateus, eu foco no facebook e o Mateus no instagram. Sempre pensamos em novas formas de abordagem, nunca cair na “mesmice”.

Como está a agenda 2017- segundo semestre?
Nosso segundo semestre começou com um show com a Black Days (SP). Em setembro ja começamos a turne do disco e já começa  com um show com o Supercombo no Festival Sirenes e show no Imperator, no Rio Novo Rock, com os queridos da Stereophant. Ja temos outros shows marcados pra outubro, novembro e dezembro, mas ainda não podemos divulgar (nos perdoem hahaha).

 Tem videoclipe novo vindo por aí ou música?
Agora no finalzinho de Agosto saiu nosso primeiro CD, 1766. Vamos trabalhar o lançamento dele nos próximos meses e com certeza vem clipe novo por aí.

Quais são suas inspirações musicais?
Temos influencias e inspirações variadas, mas procuramos seguir uma linha pra dar unidade. Acho que eu poderia citar pensando rápido: Fresno, Far From Alaska, Nxzero, Hands Like Houses, e Anberlin. Mas diga-se de passagem, todo ensaio nosso começa com Michael Douglas – João Brasil. hahahahaha

Qual o objetivo da banda ou sonho a realizar?
A gente tem vários sonhos, mas não gostamos de colocar um “maior” pra nunca nos acomodarmos ao conquistá-lo. Um dos nossos sonhos era tocar no Imperator, somos do Méier então tocar na “nossa casa” tem um sabor especial. Lembrando que vai acontecer dia 7 de setembro, daqui a pouquinho.

Como foi a gravação do último videoclipe ou single?
Nosso último clipe foi “Natural”. Ele fala de momentos da vida em que não conseguimos ser quem nós queremos e realmente somos. E para mostrar isso, chamamos amigos para contar histórias que viveram, foi uma experiência incrível.

Recado:
Agradecemos do fundo de nossos corações a cada pessoa que acredita, que canta e vive nosso sonho junto com a gente. “Somos tanto carne, osso, sangue e inspiração.”
Obrigado pela oportunidade
Abraços,
Rafael Reis

 

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