Entrevistas

Banda Darvin revela seus planos para 2017

Entrevista com a banda Darvin

Em entrevista ao Line Rockers, a banda carioca Darvin falou sobre seu novo disco e carreira.

Foto Divulgação

Saiba sobre a carreira e trajetória dos artistas

Em entrevista ao Line Rockers, a banda Darvin falou sobre seu novo disco e carreira. Os garotos do Rio de Janeiro tocam um pop punk/hardcore melódico desde 1997 e é formada por Dudi, baterista, Thiago na guitarra e vocal, Thiagão no baixo e Vítor”Brownsound” na guitarra e vocal.

Confira os planos para esse ano dessa banda que não se cansa de novidades

O novo disco de 2017 se chamará Fausto, qual será o mês de lançamento?  Porque essa canção foi escolhida para ser o nome do cd?
Vítor: O disco tem previsão de lançamento para março e já está na fase final de produção. Quanto ao nome, a verdade é que queríamos prestar uma homenagem a um dos nossos maiores ídolos, Fausto Fanti, do programa Hermes e Renato, que infelizmente se foi em 2014.  A música fala um pouco sobre isso de uma maneira geral.

O que os fãs podem esperar desse novo trabalho?
Thiago: Um disco bem sincero, na linha do primeiro, de 2002. Sem auto-tuning, sem efeitos, teclado, programações…só 4 caras tocando e se divertindo.

Vocês já sabem por quais cidades a turnês de divulgação irá passar?
Vítor: Estamos montando a turnê, mas certamente faremos mais shows do que nunca após o lançamento desse disco!

Qual o objetivo e público que pretendem alcançar com a divulgação de toda a discografia de vocês nos principais serviços de streaming. Acreditam que isso aproxima os fãs do trabalho da banda, de alguma maneira?
Thiago: Nosso objetivo é aproximar os nossos fãs da gente o máximo o possível, disponibilizando tudo que temos pra eles e viajando por aí pra tocar, vender nosso merch, tomar umas com a galera. Aliás, toda nossa divulgação está sendo planejada da maneira mais natural possível: tocar pros fãs, que no próximo show podem levar amigos e assim por diante, eles não são milhões, mas são nosso maior tesouro. Sem megalomanias nem delírios de grandeza.

Entre os trabalhos divulgados, o que ganhou bastante destaque foi a coletânea “Lados B, Raridades e Outras Histórias”, podem nos falar sobre a importância desse trabalho?
Vítor: A verdade é que ao longo dos anos muitas músicas foram lançadas, em diversos formatos, sem propriamente estar em um disco. Esse tipo de “single” ficou popular nos anos 2000 como forma de divulgação, mas quando nos demos conta, tínhamos um monte de músicas espalhadas pela internet que nunca foram registradas em nenhum trabalho da banda. Isso nos incomodava um pouco, então decidimos fazer a coletânea e “oficializar” de vez essas músicas em um disco.

Por que canções antigas e conhecidas do público, como “Ainda”, “1000 Anos-Luz” e “Pra te Encontrar” nunca foram lançadas em discos?
Thiago: Teve muitas épocas em que a gente, por várias razões, entrou em estúdio para gravar uma ou duas músicas e disponibilizar pra galera. Seja porque não tínhamos grana pra um disco inteiro, porque queríamos tocar outras coisas ao vivo ou porque estávamos amarrados em contrato com gravadora. São várias as razões. Por isso juntamos tudo num pacote só…Bem, tudo não, porque tem mais coisa, inclusive de antes do primeiro disco, mas que está perdida por aí. Estamos procurando com velhos amigos e indo a estúdios que não visitávamos há mais de 15 anos!

O meio digital é um facilitador para o trabalho da banda, como vocês veem essa relação?
Vítor: Acho que é um facilitador pra qualquer artista que queira divulgar seu trabalho de forma independente ou não. Pra nós é essencial como meio de divulgação, não vemos nada negativo em pessoas poderem acessar nosso material por meio digital.

Como é o contato com os fãs?
Vítor: Muito tranquilo. Na real, não nos vemos como diferentes dos nossos fãs. Se você for a um show do Pennywise, Nofx ou Bad Religion no RJ, vai ver a gente na roda, que nem uns malucos, zoando tudo.(rs) No Darvin não tem muito essa coisa de “Eu sou artista, você é o fâ”, somo apenas quatro caras tocando as músicas que acreditamos e agimos do mesmo jeito sempre, dentro ou fora do palco. Fazemos questão de conversar com os fãs depois dos shows, pois são eles que mantêm a banda viva de certa forma. Somos muito gratos a todos que acompanham a banda, seja na internet ou nos shows.

O Clipe de É tão Raro chegou estar entre os mais pedidos da MTV, qual o sentimento de ser reconhecido dessa forma?
Thiago: Foi bacana, especialmente por ter tido a ver com nossos fãs, que se mobilizaram e pediram. Mas a gente não liga muito pra estar ou não na “mídia”. Só queremos tocar e trocar uma ideia com a galera.

Quais são as suas influências musicais?
Vítor: Basicamente, nossa raiz é o punk rock americano dos anos 90. Mas ouvimos muitas outras coisas, de Rap a Rock Nacional.

Se pudessem escolher um ídolo que representa a banda, quem seria?
Vítor: Como o Fausto Fanti já foi citado no próprio título do disco, acho que certamente o Bruce Lee!
Thiago: Vou adicionar o Muhammad Ali aqui, também nos representa! Na verdade, acho que Dudi e Thiagão também teriam outros ídolos a acrescentar.

Podem deixar uma mensagem para todos os fãs?
Thiago: Obrigado de coração por acompanharem essa nossa jornada, vocês são tudo pra gente. Sem pieguice, seria inimaginável conciliar banda e trabalho sem a motivação que vocês nos passam.
Vítor: Muito obrigado por tudo!

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