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Clipe “Sombras”, de Marinho, vai na contramão da solidão

A canção foi escolhida como a primeira a ganhar um clipe para divulgar o novo álbum

foto de divulgação

A canção foi escolhida como a primeira a ganhar um clipe para divulgar o novo álbum

Em meio ao abandono de um prédio antigo, a presença constante de quem queremos ter por perto. No caso do cantor alagoano Marinho, a companhia virou música, com o surgimento de composições e colaborações que antecedem e acontecem dentro do próprio clipe para a canção “Sombras”, faixa-título de seu mais novo álbum. O vídeo dá forma à letra, que versa sobre a solidão e a sensação de desprendimento e dominação do nosso lado mais sombrio.

 O projeto solo de Marinho apresenta uma sonoridade que se inspira no new wave e no indie experimental, com uma melodia soturna, que contrasta com a atmosfera agridoce das letras. As oito faixas podem variar de uma leve descrença, como na canção do clipe, ao niilismo de “Colecionamos Danos”, chegando até a declarações de amor disfarçadas, em “Coragem”. Ainda que as letras reflitam um desacreditar, o álbum termina com a confiante “Vai Amanhecer”, mostrando que as sombras mencionadas na canção de abertura do disco são passageiras, apenas.

A canção traz temáticas em comum com outras letras no álbum. Foi a partir de sua própria interpretação da letra que o diretor Lucas Nóbrega desenvolveu o roteiro, reunindo em cena os músicos Fellipe Pereira (bateria), Joaquim Braga (guitarra), Joaquim Prado (teclado), Victor de Almeida (guitarra) e o próprio Marinho.

“A música, pra Lucas, teve um impacto e sentido diferente. Quando ouviu, me imaginou na história de várias pessoas, como se verdadeiramente já tivesse estado antes ali. A música, bem como o disco, tem um sentido grande de alerta: ‘eu já estive antes aqui, não há nada de bom em se perder dentro de si’; ‘Vai amanhecer’; ‘É preciso coragem’, e por aí vai”, explica Marinho.

Após a ideia inicial do roteiro, Marinho e o guitarrista Victor de Almeida decidiram convidar pessoas ligadas à cena musical de Maceió. O resultado foi uma reunião de Antônio Oiticica (Yo Soy Toño), Isabela Noaro (cantora e integrante da produtora Muquifo), Júlia Soares (guitarrista do Superamarelo e ex-integrante do Troco em Bala) e Paulo Franco (vocalista e guitarrista do Gato Negro, banda de Arapiraca/AL). Por fim, aparecem João Paulo Lamenha (baixista do Milkshakes e outros projetos) e a esposa, Bárbara de Queiroz, que marca presença na cena musical alagoana e personifica no vídeo o ouvinte de música. Dessa forma, o clipe de “Sombras” se distancia da solidão.

A canção foi escolhida como a primeira a ganhar um clipe para divulgar o novo álbum. Além de assinar a direção, Lucas Nóbrega opera uma das câmeras e foi o editor. Alexandre Olivera exerceu direção de fotografia e câmera, com a terceira lente sob o comando de Thiago Laion.

Marinho está em turnê para divulgar “Sombras”, já disponível nas principais plataformas de música digital.

Assista “Sombras”:

Ouça “Sombras”:
Spotify: http://bit.ly/SombrasSpotify
Deezer: http://bit.ly/SombrasDeezer
Google Play: http://bit.ly/SombrasGPlay
Soundcloud: http://bit.ly/SombrasSoundcloud
Para mais informações sobre Marinho: https://www.facebook.com/musicamarinho

Letra
Marinho – Sombras
São as sombras que pedem
Espaço pra crescer
Não vá deixar a escuridão
Te convencer
Que o mal tem mais poesia
Do que bem
Sempre há tempo pra quem quer
Se desprender.
Eu já estive antes aqui
Não há nada de bom
Em se perder dentro de si
Dentro da solidão”.

Ficha técnica:
Músicos:
Fellipe Pereira – Bateria;
Joaquim Braga – Guitarra;
Joaquim Prado – Teclado;
Victor de Almeida – Guitarra;
Rodrigo Marinho – Voz.

Profissionais de som e vídeo:
Grupo Treis
Direção – Lucas Nóbrega
Direção de Fotografia – Alexandre Olivera
Câmeras – Alexandre Oliveira, Lucas Nóbrega, Thiago Laion
Edição – Lucas Nóbrega

Modelos no vídeo:
Antônio Oiticica;
Bárbara de Queiroz;
Isabela Noaro;
João Paulo Lamenha;
Júlia Soares;
Paulo Franco.

foto de divulgação

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