Entrevistas

LeatherJacks lança seu primeiro CD “The Lost Arks Of Rock And Roll”

LeatherJacks lança seu primeiro CD

LeatherJacks lança seu primeiro CD “The Lost Arks Of Rock And Roll” e promete agitar o cenário independente com muitas referências, confira entrevista.

Banda paulista promete agitar o cenário independente com muitas referências

Fundada pelo vocalista e guitarrista, Mauro Cordeiro, a recém formada banda LeatherJacks lançou no primeiro semestre deste ano, seu primeiro disco intitulado: The Lost Arks Of Rock Na Roll. A proposta é bem interessante e já começa chamar a atenção pela capa que foi produzida por Milena Buzzinaro e remete aos jogos de videogame dos anos 80 e traz uma sensação de descontração e leveza que instiga a vontade de ouvir as faixas do CD.

Em entrevista exclusiva ao nosso Portal Line Rockers, Mauro falou um pouco sobre a história da banda, como surgiu a ideia de se unir a outros músicos e como pretende tocar esse projeto.

Adianto para vocês que o single Burning Wire que ganhou um vídeo de divulgação, é bem agradável de se ouvir e tem de tudo para se tornar um viral.  Confira abaixo:

Saiba mais sobre essa banda que chegou para ficar e tem muita mensagem boa para transmitir

Como surgiu a ideia de formar a banda e como foi o encontro dos integrantes?
Mauro Cordeiro: Olá Fernanda! É um prazer participar da Line Rockers e da Entrevista! A idéia surgiu depois de anos de um hiato musical que passei na vida, até me reencontrar. Os caminhos de cada um, quando são pra ser, são e não há como fugir. Então comecei a compor em 2015, e surgiu “Burning Wire”, nosso primeiro single. O Álbum foi assim nascendo, pouco a pouco.

Porque a banda se chama LeatherJacks?
M.C: Eu andava completa e literalmente desesperado buscando um nome para o projeto. Hawks, Hard Hawks, LeatherHawks… E o Leather (Couro em Inglês) começou a ficar mais na mente. Lembrei do nada que eu tinha uma jaqueta de couro marrom na época que eu usava quase todo dia. E trouxe então o Jackets, que abreviado vira Jack´s. Assim surgiu o nome LeatherJacks, após muito pensar e ver que não adiantava nada “martelar”, porque uma hora a idéia surge quando se menos espera! (risos).

Cantar em inglês é um facilitador para uma possível carreira internacional? Abre mais portas?
M.C: Com certeza, Fernanda. Dificilmente a língua Portuguesa se encaixa no Rock, Hard Rock e Heavy Metal, na minha humilde opinião. E sim, acredito que em Inglês, por ser a língua “mundial” digamos assim, abre muitas portas para um nível mundial. Não que seja um “facilitador” cantar em inglês, mas você torna-se mais “globalizado” musicalmente.

Quais são as inspirações/ídolos de vocês?
M.C: Nós ouvimos de tudo um pouco! Eu, o Ricardo Hohl (nosso Baixista) e o Caio Santisteban (O outro Guitarrista), trazemos muitas influências de Hard Rock, na linha de Gotthard, Guns ´N´ Roses, Crazy Lixx, Santa Cruz, Palace, entre outras. O Dan Werneck, nosso Batera, adora bandas como Pretty Reckless, Black Sabbath, Motley Crue, etc.

Eu sou fã assíduo, viciado no Iron Maiden, Gotthard e Dio, gosto de Halestorm, Judas Priest, mas também em paralelo, ouço George Benson, Jazz, Soul, Bossa Nova, sem preconceitos. Isso me ajuda muito a buscar novas harmonias e aprendizados musicais. Recentemente descobri uma cantora israelense chamada Ninet Tayeb, que recomendo a todos! Ela é sem dúvida a nova Joan Jett… Pra quem gosta dela e assistir a Ninet, vai se lembrar na hora!

O novo disco, acabou de ser lançado…qual a mensagem que pretende passar para o público?
M.C: O disco tem algumas temáticas bem polêmicas. As principais são sobre a humanidade, questões emocionais, falsidade, hipocrisias que todos nós (inclusive eu, todos mesmo) cometemos dia a dia, os famosos “Sete Pecados Capitais”. Mas também há letras sobre Ficção (“The Slammer”) e também sofrimentos amorosos, como Crocodile´s Heart e Burning Wire, por exemplo. Esta última tem sua letra em forma de “receita culinária” para o desastre de se apaixonar.  Há aventura na faixa título “The Lost Arks Of Rock And Roll”

The Lost Arks Of Rock And Roll

The Lost Arks Of Rock And Roll

Qual música vocês destacam nesse trabalho, como um single em potencial?
M.C: Temos 4 singles em potencial, que acredito serem bem comerciais: “Burning Wire”, “Crocodile´s Heart”, “Emotions On Sale” e “People”

Mas ainda acredito que “Burning Wire” é um dos que mais se destacam. Realmente é difícil para eu definir, pois cada música é como um filho (risos).

Como foi o processo para conseguir realizar o sonho deste CD?
M.C: Uma looooonga batalha, Fernanda! Passei um ano produzindo no meu pequeno home studio.  Compus, produzi e gravei todos os instrumentos e vozes (Tudo Mesmo) totalmente sozinho. Depois mixei e mandei masterizar fora, em um serviço de masterização online. Até que finalmente, depois de muita correria, burocracia, registros, documentações, consegui lançar meu sonho em 18/04/2017.

“Sou imensamente grato à Deus e à vida por encontrar e fazer três grandes amigos e parceiros de banda que acreditam em mim: Ricky, Caio e Dan… Tamo junto!”

A tecnologia é uma aliada ao trabalho da LeatherJacks? Como é estar integrado e despontado nesse meio?
M.C: Sem dúvida! Jamais conseguiria ter esse CD há 15 anos atrás por exemplo. Consegui produzir um Album em casa! Apenas estudando (MUITO) no YouTube Engenharia de Audio, Equalização, Mixagem, Produção. Então acredito que a logística atual tecnológica está absurdamente avançada, e não digo que é uma facilitadora, porque sempre teremos o lado humano do canto, da interpretação musical, da composição, e da dedicação da criação. Mas acredito que a tecnologia é uma grande aliada na praticidade e no registro e gravação de novas idéias, sejam elas rascunhos ou produtos finais.

Qual a maior dificuldade que vocês enfrentam para conquistar espaço no cenário do rock atual?
M.C: Encontrar patrocinadores e investidores, encontrar pessoas, agentes, empresários que acreditem e queiram sonhar conosco esse grande sonho. Turnês, shows, mídia e divulgação infelizmente custam caro, e necessitamos muito de pessoas honestas e especializadas nessas áreas para nos ajudar nesse momento, para darmos passos maiores!

Você diria que Burning Wire foi a mola propulsora para o ínicio ou recomeço dessa jornada na música?
M.C: Com certeza! O single e o Videoclipe ficaram SHOW! Em apenas 2 meses, já temos mais de 800 views, a divulgação tem sido boa, graças a Deus e à banda! O clipe foi dirigido e editado pelo meu grande colega e fotógrafo Caike Scheffer, e o resultado só podia ser um mesmo: algo incrível para um primeiro momento, e com o que eu tinha de acesso e alcance. Mas mesmo assim, o clipe tem sido um imenso propulsor para nós, sem dúvida! Imagem e som são tudo!

Qual o sonho que desejam alcançar com esse projeto?
M.C: Tocar, tocar, tocar e tocar! Nossos sonhos são realmente grandes, e ao mesmo tempo simples, Fernanda! Participar de festivais como Rock Al Parque na Colômbia, Wacken, Graspop, Maximus Festival, entre outros. Um grande sonho que se Deus quiser, realizaremos!

E que venham os próximos albuns! Let´s Rock \m/

Podem deixar uma mensagem para todos os fãs?
M.C: Com certeza, Fernanda!

Nós estamos chegando, galera! E vamos detonar tudo! Let´s go, Jackers!!

Nunca desistam de sonhar, pessoal! Dane-se (pra ser educado) o que disserem de negativo sobre vocês, NUNCA desacreditem! Vocês só precisam provar algo a DEUS, a vocês mesmos e às suas Famílias!

Esses SIM são os dois bens mais preciosos que todos devemos preservar!

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