A Cena Independente

Ouça “Estar Vivo é Bom”, o novo single de Lau e Eu

Música Popular Brasileira, pop e rock setentista, essa é a mistura do projeto Lau e Eu, um dos destaques da nova cena independente do país

Crédito: Davide Bori

Música Popular Brasileira, pop e rock setentista, essa é a mistura do projeto Lau e Eu, um dos destaques da nova cena independente do país

Depois do sucesso do EP “Café Frio” (2015), agora é a vez da faixa “Estar Vivo é Bom” mostrar a nova fase da carreira do artista sergipano. “Estar Vivo é Bom” é uma daquelas composições que soam como um poema. Funciona com música ou sem batida, com ritmo ou sem balanço. A canção mostra o talento de Lau, compositor de apenas 19 anos, com soberania na voz e de maturidade em cada verso de suas letras. Influenciado por artistas como Jards Macalé e Jimi Hendrix, o músico trata a melodia como um desdobramento de sensações. Ouça “Estar Vivo é Bom”:

Depois de “Café Frio” (2015) e a mudança para São Paulo, Lau dividiu a inspiração com amigos e projetou novos caminhos. “Estar Vivo é Bom” é fruto disso. “Fiz músicas com Duda e Martin (Pitty) que ainda não foram lançadas, algumas outras com o Dieguito (Vivendo do Ócio) que estão em processo de gravação. Às vezes também rola de fazer músicas pra outros intérpretes, mas por enquanto nada lançado também”, adianta ele.

O trabalho de Lau é intenso graças ao talento na hora de escrever e também em virtude da produção de Felipe Rodarte (The Baggios) e Bruno Costa (Agência Milk), co-assinada pelos músicos Leo Airplaine, Nathanne Rodrigues, Pedro Milleco e Renan Angelici. O single possui a singularidade desses múltiplos talentos, que traduzem os traços marcantes e a personalidade do musicista em cada estrofe – mantendo a voz intacta, sensível e mais emocionante, sem alterar o timbre de voz.

Ao lado da banda, “Estar Vivo é Bom” ainda trabalhou o improviso, com os músicos se conhecendo pela primeira vez no estúdio prestes a gravar. A capa do single conta com a participação de mais de 150 pessoas, com fotos submetidas no instagram do projeto (@laueeu) e no site da Agência Milk. Lau propôs a ideia de ser fotografado usando um batom azul. A tonalidade veio da vontade de aproximar e registrar o momento de uma forma diferente. A capa é uma parceria da fotógrafa Catarina Ribeiro em com os artistas Gabriel Andirá e Gabriela Russo.

Lau e Eu é um projeto de Aracaju liderado pelo músico de mesmo nome. Além dele, Pedro Milleco (bateria), Nathanne Rodrigues (baixo) e Renan Angelici (guitarra) fazem parte da gravação desse single. O artista ganhou notoriedade ao lançar “As Paredes Não Choram”, em 2015. A faixa “Estar Vivo é Bom” é a primeira música que revela o que vem no disco de inéditas, com previsão de lançamento para 2018.

Ouça:
https://MilkDigital.lnk.to/EstarVivo
https://milkdigital.lnk.to/EstarVivo

Ficha Técnica
Produzido por Felipe Rodarte, Bruno Costa e músicos convidados (Leo Airplaine, Nathanne Rodrigues, Pedro Milleco, Renan Angelici)
Selo: Milk Digital
Edição: Toca Discos
Composição: Lau Gravado em Janeiro de 2017 no Estúdio Toca do Bandido, Rio de Janeiro Mixado e masterizado por Leo Airplane no Estúdio DdB, Sergipe Engenheiro de Gravação: Raphael Rodriguez “moita”
Edição: Raphael “Moita” Dieguez

Lau e Eu – Estar vivo é bom
Estar vivo é bom, eu sei
É que toda vez que você não vem, eu vou
Acordo tão mal, eu sou o dito tal ninguém
Luzes de neon
Eu uso teu batom azul
Estar vivo é bom
Tanta imensidão o céu é o clarão de nós
Eu ando meio mal eu sou o dito tal alguém
Quero entender como é que vai fazer depois
Luzes de neon, eu uso teu batom azul
Estar vivo é bom
Anda vem pra cá, o céu vai apagar aqui
Olha bem pra mim, me veja o que diz depois
Ontem eu sonhei mas não acreditei em mim
Luzes de neon eu uso teu batom azul
Estar vivo é bom

 

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