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Resenha: Cockney Rejects no Clash Club

Cockney Rejects no Clash Club

A banda Cockney Rejects auto rotulada como street punk, veio ao Brasil pela quarta vez, além da capital paulistana, se apresentaram em Curitiba e Recife.

Foto de Anderson Boscari

A banda inglesa auto rotulada como street punk, veio ao Brasil pela quarta vez, além da capital paulistana, eles também se apresentaram em Curitiba e Recife, passaram também pela Argentina e Colômbia. O grupo que é um pouco mais jovem que ícones do punk britânico como: Sex Pistols e The Clash, surgiram em 1978, gravaram seu primeiro trabalho em 1980, chegou a parar, mas, desde 1987 segue na ativa. O Cockney foi formado pelos irmãos Jeff Turner (vocal) e Mick Geggers (guitarra), que continuam até hoje, na época representavam a classe trabalhadora, o que todas as bandas do estilo levantavam bandeira na época.

A casa estava parcialmente cheia, não houve tumultos de brigas, o publico com vários fãs de cabeça raspada e, suspensório em suas vestimentas, quem abriu foi à banda Faca Preta, que inclusive fizeram um cover do Cock Sparrer, enfim eles estão no palco, abrem com: “Fighting in the Streets”, emendam com “Your Country Needs You” uma das mais novas, a banda que é fanática por futebol, em uma de suas apresentações por aqui, vestiram a camisa do West Ham, time que já teve o argentino Carlito Tevez, entre seus ilustres torcedores, estão Steve Haris do Iron Maidem, falando em futebol, eles fizeram uma homenagem no youtube para a Chapecoense, lembrando que em 2008, o vocalista colocou a camisa da TUP (torcida uniformizada do Palmeiras).

O show continua com: “We Are the Firm”, “East End”, “I´m Forever Bloowing Bubbles”, “I’m Not a Fool”, “Join the Rejects”, “Bad Man” essa com direito a solos, a voz de Jeff está boa, a produção foi simples, vinte e duas canções sem parada, as invasões no palco eram inevitáveis, o que deixou os seguranças de cabelo em pé, a vibração do publico era visível, principalmente quando o microfone era levado para quem estava na frente cantar, eles conversavam com o publico, outras musicas de destaque “New Song” e “Power and Glory” e, com muito agito fecharam com “Oi! Oi! Oi!”.

A banda que permaneceu no underground, mas, não perdeu nem o respeito, muito menos a vontade de se apresentar.

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